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CASA DE CULTURA HELOÍSA ALBERTO TORRES

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Casa de Cultura Heloísa Alberto Torres

Um casarão foi erguido entre 1810 e 1815 no Largo da Matriz (como era chamada a atual praça Marechal Floriano Peixoto), por iniciativa do negociante português Caetano José Moraes. A partir de 1825 começou a ser usada como moradia de famílias abastadas da região (Azeredo Coutinho, Antunes de Macedo, e Marques Rosa).

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Em 1940 o casarão passou a funcionar como uma agência de arrecadação de impostos que tinha como titular o Sr. Pedro Marques Rosa.

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Alguns anos depois este mesmo casarão foi adquirido pelo Antônio Colcheiro, onde passou a ser fabricado e vendido colchões de capim.

 

Na década de 1950 o casarão foi alugado para funcionar diversos empreendimentos, como escola, oficina de sapateiros e agência funerária.

Com intenção de criar um centro de memória que preservasse o legado de seu pai Alberto Torres, em sua terra natal (Itaboraí-RJ- Brasil), Heloísa e Maria Alberto Torres compraram o casarão em 1963.

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Realizaram reformas trazendo diversas melhorias para o prédio, onde as irmãs viveram seus últimos anos de vida.

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Com a morte de Heloísa em 1977, Maria concluiu a doação do sobrado ao IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) para que após o seu falecimento, em 1985, se tornasse um centro em memória ao seu pai. Em 1985 o IPHAN passa a ser o proprietário do sobrado.

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A Fundação de Atividades Culturais foi criada em 1988 pela prefeitura de Itaboraí e no ano seguinte estabeleceu sua sede no sobrado, inaugurando então a Casa de Cultura Heloísa Alberto Torres.

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A Casa de Cultura Heloísa Alberto Torres precisou passar por reformas antes de abrir ao público em 1990, assim concretizando o desejo das irmãs Heloísa e Maria Alberto Torres.

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Hoje, além de preservar a memória do ilustre itaboraiense Alberto Torres e suas filhas, a Casa de Cultura promove atividades culturais como exposições de arte, oficinas, apresentações teatrais, shows, saraus, serestas, exibição de filmes, atividades educativas, visita orientada entre outros, se tornando um importante centro cultural em Itaboraí, um presente que as irmãs Alberto Torres deixaram para a cidade.

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